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Em 2012, quando os consórcios completam 50 anos de criação, o sistema se mostra maduro e com muita credibilidade. Prova disso são os números: de participantes, contemplações e a diversidade das modalidades de consórcios.

Nos últimos doze anos os consórcios bateram recorde de participantes ativos. No mês de julho de 2012 chegou a 5,01 milhões de pessoas. Nos últimos cinco anos, de julho de 2008 até o mesmo mês deste ano o total de consorciados cresceu 42,9%, de 3,5 milhões de consorciados para os atuais cinco milhões e se for considerado apenas os últimos 12 meses, o crescimento é de 12,1%. Nada mal para um sistema que nasceu para atender os desejos de um grupo de funcionários do Banco do Brasil nos idos de 1960. O sistema nasceu e cresceu junto com a indústria automobilística. Em 1960, quando esse importante segmento econômico dava os primeiros passos, funcionários do Banco do Brasil, diante da falta de oferta de crédito direto ao consumidor, resolveram constituir um fundo suficiente para aquisição de automóveis para todos aqueles que dele participassem. Nasceu assim o mecanismo de concessão de crédito isento de juros, que tem por finalidade a formação de patrimônio e aquisição de bens de consumo e serviços. Durante muito tempo o automóvel foi o único produto e ainda hoje, os consórcios mais procurados de bens duráveis são os de veículos e motos. Nos consórcios de serviços, os mais procurados são as cirurgias estéticas que responderam por um em cada três negócios dessa modalidade.

Apenas de janeiro a julho foram vendidas 1,44 milhão de novas cotas e o número de contemplados, àqueles que receberam os produtos comprados por meio deste sistema subiu 13,8%, isto é, 702,9 mil pessoas adquiriram diversos produtos que vão desde bens de produção, a caminhões, implementos agrícolas e rodoviários, ônibus, tratores, colheitadeiras, embarcações, aeronaves, computadores, antenas parabólicas, pneus, motocicletas, passando pelos eletroeletrônicos, kits de casa pré-fabricada, imóveis, construção, reformas e até serviços como consultorias, pacotes turísticos, festas, cursos de pós-graduações, entre outros. E viabilizaram a aquisição de forma econômica do que se fizessem um financiamento bancário.

A participação dos consórcios nas vendas no mercado interno de veículos leves é de 13,5%, na de motocicletas a presença dos consórcios foi de 42,6%, isto é, praticamente uma moto a cada duas comercializadas no país. Algumas curiosidades são contemplações diferentes por região do Brasil. Veículos leves são mais contemplados nas regiões Norte, Nordeste e Sul. Caminhões, nas regiões Sul e Centro-Oeste e os consórcios são a principal modalidade para aquisições de motocicletas no Nordeste e Norte. Uma das mudanças observadas nos últimos anos é a busca, no consórcio, por carros de maior preço. O investimento médio por consumidor passou de R$ 40,4 mil em janeiro para R$ 43,8 mil. Os consumidores tem se programado melhor e estão adquirindo carros mais sofisticados.

Outra curiosidade é que uma das razões de crescimento do número de participantes dos consórcios está no aumento da presença dos jovens entre 20 e 29 anos no sistema. Eles são responsáveis por um aumento de 140% no segmento de automóveis, 50% nos eletroeletrônicos e de 46,7% nos imóveis.

Pela representatividade do sistema todas as montadoras instaladas no Brasil, todos os bancos e outros grupos econômicos mantém consórcios no país. Todos devem ser autorizados pelo Banco Central do Brasil (BACEN) que é o órgão competente para regular e fiscalizar o sistema. No site do BACEM é possível saber um pouco mais sobre as empresas autorizadas a constituir grupos de consórcios e é recomendável verificar as empresas antes de adquirir qualquer cota.

Tantos estão procurando o consórcio para realizar seus desejos de consumo porque o consórcio é a maneira mais econômica de fazê-lo para quem não tem pressa de adquirir o bem. Sem pressa é possível consumir de modo consciente, sem endividamento que pode inviabilizar a realização do objetivo e causar muita dor de cabeça.